1 de agosto de 2012


Mereces mais que isto. Ou merecias, não sei. Sabes, é-me difícil conjugar os verbos neste momento. Mas sei que devo escrever isto. Ou melhor, quero fazê-lo. Mesmo que negue. Mesmo que negues. Sei que sentes a minha falta. Conheço-te… Tão bem com a palma da minha mão. E estas três linhas estão a ficar a maior confusão de sempre. Alias, eu sou a pessoa mais confusa de sempre. Eu e tu. O que é que nos aconteceu? Com o tempo, o que é que nos afastou? Há inúmeras coisas que tenho entaladas na garganta e que sei que se um dia tas digo, tu não vais gostar; mas eu também não gostei. E por isso prefiro o silêncio. Assumo-o. Adopto a indiferença e dela sou refém. Torno-me fria. Sabes demasiado de mim. Sei demasiado de ti. E por memórias me perco. A nostalgia afecta-me de cada vez que remexo nas memórias... Do passado. E sabes, com isto vou estar a dar-lhe razão, mas é o orgulho. Toma esta flor. Cuida de ti... Um beijo.

7 comentários:

Ana disse...

tão bonito o texto, relaciono-me muito com esses sentimentos!

Joana disse...

Muito obrigada princesa «3

Ana Rita disse...

o orgulho, ai o orgulho :x

Anónimo disse...

adorei querida, mas o silêncio faz-te sofrer :/

Vanessa ൪ disse...

força *

Mariana Saraiva disse...

Inês, escreves tão bem! Tinha saudades dos teus textos..

Raquel disse...

Que textos tão lindos. Cheio de tudo. Adorei mesmo. Estou a seguir.