13 de abril de 2012

Ponto.


E às vezes não é não querer, é não saber como o fazer. Por falta de vocábulos ou por nem saber muito bem compreender o sucedido. São altos e baixos, como qualquer outro. É mais o sufoco de não saber o que fazer, do que propriamente algo em si. É mais a incerteza do que se passará depois, do que a questão “o que aconteceu?”. É mais o Futuro, do que o Passado. É e sempre será. Pelo menos para mim. O que é certo é que temos que viver com isso. Temos de acartar com as consequências de erros cometidos no Passado. Por mais que nos doa, por mais que - para nós - já esteja ultrapassado, será sempre um erro - para os outros. E por uma ou outra razão, será sempre relembrado. Seja pelo medo, pela incerteza ou até mesmo pelo dia. Não há nada que possamos fazer senão ouvir e calar. Porque perdemos a razão, perdemos os argumentos e perdemos também a cabeça. Magoa. E pelos vistos, há-de sempre doer…

1 comentário:

Anónimo disse...

toda a gente erra e quem gosta verdadeiramente de nós, perdoa. chega mesmo a ultrapassar, ao nosso lado, a armadilha em que caímos; a suportar a nossa dor.